Não seria mais um, seria o primeiro a fazer a diferença. O seu contributo era simplesmente diferente. Tudo fazia para dar um contributo que se traduzisse em mais-valia para o trabalho da equipa.
O desafio consistia precisamente
nisto: “porquê escrever?”
Todos defendiam que bastava
conversar e que assim seria suficiente para, no futuro, nos lembrarmos dos
objetivos a atingir.
Para ele, ao escrever seria muito mais fácil acompanhar
o papel de cada um nas tarefas a realizar.
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