Na verdade, nunca gostei muito de filosofia. Ficava com uma sensação de me levar para trás das grades. Sempre preferi executar tarefas com as palmas das mãos. Atualmente, necessito de jogar com as palavras muito intensamente. Já me esqueci dos quadros de xisto. Agora, os pensadores são mais finos e usam todos lindas gravatas, mas não esquecendo, todavia, que isso implica outras responsabilidades, tal como, não querer fazer dos outros uns trouxas mas contribuir para mais conhecimento.
inundam o meu espaço. chegam por sms, email, im, debaixo da porta de casa, aparecem também em post-its de várias cores e tamanhos. vêm com letras, imagens, desenhos, setas e todo o tipo de indicações. Chegam assim, essencialmente, as minhas inspirações...
terça-feira, 10 de outubro de 2023
quinta-feira, 5 de outubro de 2023
Porquê Eu? Aqui? Agora?
Submergi nos meus pensamentos por tão extensos que eram. Suavemente deixei-me levar às profundezas do meu ser onde conscientemente procurei entender a minha existência. Porquê Eu? Aqui? Agora?
Estremeci! Confrontado fui com a realidade dos acontecimentos. Recuso me submeter a fúteis ilusões cujo resultado é vão.
Há sinais, avisos que me chegam e tocam. Inundam a minha mente. Não me deixam respirar. Entorpecem o meu juízo. Volto às minhas raízes. Não as posso abandonar.
Decido com probidade.
Missão
Tinha uma missão a cumprir. A hora ia avançada. Submergi neste propósito como se entrasse num sonho. Suavemente deixei-me levar.
Por qualquer razão sentia um aviso iminente dentro do meu ser. Avancei sem me submeter a fúteis ilusões que pudessem comprometer o meu dever. Por mais extenso que fosse o percurso tinha uma responsabilidade.
Lutava contra as horas para encontrar o artefato. Poderia agora não entender mas o resultado de tal descoberta mudaria o curso da história.