Olhei para os sonos e logo percebi que se tratava de um palíndromo. De repente senti-me preso em mim mesmo, às voltas, do princípio para o fim e vice-versa. Revia constantemente tudo à minha volta como se fosse a primeira vez.
O nosso mundo completava-se agora de forma uníssona. Viera sobre mim um forte sentido de estar.
Não me considerava sonso. Pretendia realmente dar tudo de mim mesmo, sem segundas intenções. Por fim, veria que tudo coincidira.