Duas ninfas sobre um penedo. Que estariam elas a conspirar? Para o céu olhavam e com pequenos rasgos de motejo, riam entre si. Desconfiadas olhavam em volta. Fitaram em mim os seus olhos.
Chamaram-me.
De repente senti um profundo anelo para me juntar a elas. O aroma apaziguante a canela emanava de ambas. Um autêntico frenesi me envolveu e consumiu.
Entretanto, coloco a minha luneta, manejo a minha caneta de aparo, e desato a escrever um soneto.
Sem comentários:
Enviar um comentário